O que esperar da política externa brasileira em 2021


A pandemia do novo coronavírus fez de 2020 um ano conturbado para o mundo. Na contagem do número de mortes, os Estados Unidos lideram, com mais de 300 mil até o momento. Em seguida, vem o Brasil, que já ultrapassa a marca de 180 mil mortos. Encabeçados por governantes de tendência negacionista, que lidaram com a pandemia de maneira desastrosa, ambos países acumulam visões negativas diante da comunidade internacional.

Em novembro, os estadunidenses votaram pela saída do atual presidente Donald Trump. Com 306 delegados no Colégio Eleitoral e 51,3% dos votos populares, o democrata Joe Biden derrotou o republicano, que por sua vez levou 232 dos delegados e 46,8% dos votos totais. Além das inúmeras crises que marcaram o governo brasileiro em 2020, a derrota de Trump, a quem Jair Bolsonaro se alinha de maneira incisiva, pode vir a enfraquecer uma possível reeleição do presidente brasileiro em 2022.

Somados a isso, os atritos com a China e a visão do Brasil nas organizações internacionais. Em entrevista ao JC, Pedro Feliú Ribeiro, doutor em Ciência Política pela USP e professor do Instituto de Relações Internacionais da USP, explica o que se pode esperar da política externa brasileira em 2021.

Confira a entrevista na íntegra aqui.

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